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maio 12, 2021

© Reprodução

Sergio Moro vai depor sobre acusações a Bolsonaro


O ex-ministro da Justiça Sergio Moro irá depor neste sábado (2/5), entre 11h e 14h, em Curitiba. Ele falará no âmbito do inquérito que apura as acusações de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir no trabalho da Polícia Federal, caso que foi estopim da demissão de Moro do governo.

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Três procuradores da República designados por Augusto Aras vão participar da oitiva.

No último dia 24, o então ministro da Justiça e Segurança Pública pediu demissão do cargo depois de o presidente Jair Bolsonaro exonerar o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo.

Diante das declarações, a PGR pediu, e o Supremo Tribunal Federal autorizou a abertura de um inquérito para investigar o que disse Moro.

O ministro Celso de Mello, relator do caso no STF, decidiu ontem que a Polícia Federal deveria ouvir o ex-ministro em até cinco dias, e o depoimento foi então marcado para este sábado.

Entenda a crise

Moro pediu demissão do Ministério da Justiça na semana passada depois que Bolsonaro tirou Maurício Valeixo, indicado pelo ex-ministro, da direção-geral da Polícia Federal. O presidente nomeou o diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Alexandre Ramagem, para o cargo. Ramagem é amigo da família Bolsonaro.

A escolha de Ramagem, no entanto, foi barrada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, justamente porque há um inquérito na corte que apura as acusações trocadas por Moro e Bolsonaro em relação à troca no comando da PF.

Moro deixou o governo acusando Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal, pedindo informações sobre investigações em andamento. O presidente negou e acusou o ex-ministro de condicionar a mudança na PF à promessa de uma vaga no STF — o que Moro, por sua vez, também refuta.

O objetivo do inquérito no Supremo é apurar se foram cometidos os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.

As informações são da CNN, Brasil.

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