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julho 22, 2019

© Divulgação/Polícia Civil

Por ciúmes do ex da companheira, jovem mata enteada de 1 ano em Turilândia (MA)


Na cidade de Turilândia, a Polícia Civil prendeu na noite de terça-feira (9/7) Ernildo Sousa Silva, de 18 anos. Ele confessou ter matado a bebê Kethelyn Rodrigues, de 1 ano e 10 meses de idade, porque não gosta do pai dela e sentia ciúmes da sua companheira, que é mãe da criança.

A polícia soube do caso quando Ernildo e sua atual companheira, de 16 anos, compareceram ao Hospital de Turilândia com o corpo da bebê. Segundo o casal, a criança teria caído de uma rede e batido a cabeça no chão. Entretanto, o médico plantonista constatou que o corpo da criança apresentava marcas no pescoço compatíveis com sinais de esganadura.

O Conselho Tutelar e a Polícia Militar foram acionados e o casal foi conduzido para a Delegacia de Santa Helena para prestar esclarecimentos. Inicialmente, o casal negou, veementemente, qualquer ação que tivesse matado a criança. Porém, o exame necroscópico comprovou que a criança foi esganada e morreu por asfixia.

Diante das evidências, Ernildo confessou o crime durante interrogatório na Delegacia Regional de Pinheiro. Segundo ele, a decisão de matar a criança apertando o pescoço dela com as mãos aconteceu enquanto ela dormia na rede. Ernildo disse que fez isso porque não gosta do pai dela e tem ciúmes da sua companheira.

Em depoimento, a mãe disse ter comentado com uma amiga que a criança parecia muito com o pai. Ouvindo isso, Ernildo não gostou e disse que a mãe da criança não deveria ficar falando do seu ex-namorado. Houve discussão e a adolescente saiu para a casa da mãe. Ao retornar, estranhou a criança dormir muito e acabou encontrando o bebê ainda com vida.

O casal levou a criança para o Hospital de Turilândia, mas ela já chegou sem vida. Diante do crime, Ernildo foi autuado em flagrante por feminicídio qualificado por motivo fútil. Ele foi encaminhado para o Presídio Regional de Pinheiro, onde permanecerá à disposição da Justiça. Se condenado, pode ficar preso por até 30 anos.

Já a mãe da criança foi liberada após prestar depoimento. De acordo com a polícia, as investigações não apontaram a participação dela no crime. Entretanto, as investigações continuam, no sentido de esclarecer completamente os fatos.

Com informações do G1/MA.

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