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julho 22, 2019

© Reprodução/TV Mirante

Pai invade escola e espanca a filha e seu namorado adolescentes no Maranhão


Um pai agrediu a filha e o namorado dela dentro do Centro Educacional São Francisco na cidade de São Mateus, a 160 km de São Luís. O caso aconteceu quando um aluno pulou o muro da escola para se encontrar com a namorada e foi surpreendido pelo pai da menina.

Os dois adolescentes, que estudam em turnos diferentes da escola, foram espancados no pátio enquanto a maior parte dos estudantes estava em sala de aula. O agressor seria Manoel Gomes da Silva, um pai inconformado com o namoro da filha.

“Ela está machucada pelo pai né, porque ele deu um murro, deu um soco. Derrubou no chão, puxando os cabelos”, relatou a diretora-adjunta da escola, Maria José Nunes.

O Centro Educacional São Francisco é um dos maiores da rede municipal de São Mateus, com cerca de 1200 alunos. Possui quatro vigias, mas não tem câmeras de segurança.

“O pai tem direito de entrar na escola, mas ele não tem o direito é de agredir. Então quando o vigia olhou, ele já tinha feito o delito”, afirmou o gestor da escola, Klinger Costa.

A invasão do colégio e a violência contra os adolescentes só foram denunciadas pelo Conselho Tutelar um dia após o ataque.

“A escola teria que ter tomado a providência de imediato na delegacia porque foram dois adolescentes dentro da escola, e esses adolescentes ficaram vulneráveis”, declarou Maria Damiana, Conselheira Tutelar.

“Boa parte sociedade vai entender que esse pai adentrou a escola na tentativa de proteger a filha dele, mas as coisas não se resolvem dessa forma. A escola tem uma diretoria que pode, de mediato, ser acionada e acionar os órgãos de competência para que o caso possa ser solucionado sem agressões físicas ou verbal por parte do pai. Portanto, o pai acabou violando os direitos, tanto da filha, quanto do adolescente”, afirmou o conselheiro tutelar Rivelino Nascimento.

Atualmente, os alunos da escola estão assombrados com a violência.

“Aconteceu muita coisa na escola. […] É uma coisa que era para a gente se sentir seguro, né?”, contou o estudante João Pedro.

As informações são do Imirante.

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