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julho 30, 2021

© Getty

Guatemala manda deter mais de 2.000 migrantes que tentavam ir aos EUA


O presidente da Guatemala, Alejandro Giammattei, ordenou na quinta-feira (1º/10) a detenção de milhares de migrantes que entraram no país com destino aos Estados Unidos em meio à pandemia da Covid-19.

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Mais de 2.000 membros da caravana, muitos usando máscaras, passaram por tropas armadas enquanto atravessavam a fronteira entre Honduras e Guatemala numa tentativa de escapar da pobreza agravada pela pandemia do coronavírus que atinge a América Central.

Em uma mensagem aos guatemaltecos, o presidente afirmou que os migrantes desrespeitaram os protocolos de prevenção à doença o país reabriu suas fronteiras marítimas, terrestres e aéreas no dia 18 após cerca de seis meses de fechamento por causa do novo coronavírus.

Um migrante morreu após cair de um trailer e ficar preso sob as rodas, informou a Cruz Vermelha da Guatemala.

A caravana é a maior desde que a pandemia da Covid-19 atingiu a América Central em março, desencadeando “lockdowns” que afetaram economias já precárias, levando a aumentos no desemprego e na pobreza.

Giammattei disse ainda que os migrantes “estão violando a lei, principalmente porque usam crianças desacompanhadas e fazem escudos humanos com mulheres e idosos”. Ele acrescentou que o país respeita o direito humano de migrar, mas que o governo não toleraria que isso fosse feito de “uma forma violenta e ilegal”.

“Não permitiremos que nenhum estrangeiro que use métodos ilegais para entrar neste país acredite que tem o direito de vir para nos contaminar e nos colocar em sério risco”, disse o presidente.

Até esta quinta-feira, o Ministério da Saúde da Guatemala contabilizou 92.409 casos e 3.261 mortes pela Covid-19.

É provável que os migrantes enfrentem desafios ao atravessar o México, onde o presidente Andres Manuel Lopez Obrador enviou a Guarda Nacional para a fronteira com a Guatemala e dispersou grupos anteriores sob pressão dos Estados Unidos.

O presidente americano, Donald Trump, fez da repressão à imigração ilegal uma parte fundamental de sua plataforma ele disputa a reeleição no início de novembro.

As informações são do Folhapress.

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