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setembro 25, 2020

Reprodução/Instagram/@galvaobueno

Flamenguismo de Galvão irrita até quem torce para futebol brasileiro


Que o ‘Flamengo seria o Brasil no Mundial’ todo mundo sabia. Mas precisava tanto na vitória sobre o só modesto Al-Hilal? Capitaneada pelo narrador Galvão Bueno, rubro-negro assumido, a transmissão do Mundial de Clubes da TV Globo teve sua dose de ufanismo exagerada na terça-feira (17/12), no Qatar.

Louvável o esforço de Galvão, que há nem menos de um mês passava por um infarto, em muito influenciado pela emoção de rever seu time na final da Libertadores depois 38 anos. Ainda em Lima, no Peru, tratou de buscar a recuperação. Estaria de qualquer jeito na cabine do Mundial de Clubes. Tinha energia pra lá de acumulada para esta partida.

Mas, mesmo depois de tantos anos, mesmo depois de ter se assumido flamenguista, ainda é estranho o chocho grito de ‘gooollll’ quando o time adversário, desta vez o Al-Hilal, marca. Do empate de Arrascaeta ao gol contra de Al-Bulayhi, passando pela virada de Bruno Henrique, aí sim, gritos de ‘GOOOOOOOLLLL’.

Além da cobertura como um todo, há ainda o pedido de Galvão para que torcedores de outras bandeiras entrem na mesma onda. O ‘vendedor de emoções’, como bem se define em sua biografia, não pediria nunca para ninguém não assistir ao jogo, mas não precisa repetir a lorota do ‘bem para o futebol brasileiro’.

“Já vá se preparando! Será que o Flamengo repete 81?”, disse ao final da transmissão. “Imagine sábado! Vale título mundial! É do Flamengo? Sim, mas também é do futebol brasileiro.”

As informações são do R7.

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