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outubro 28, 2021

© Reprodução/redes sociais

Vídeo levanta suspeita de que manifestantes pró-Bolsonaro foram pagos


Um vídeo que circula nas redes sociais acende a suspeita de que grupos apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), teriam sido pagos para se manifestarem em Brasília, no feriado de 7 de Setembro. Imagens que viralizaram (veja vídeo) mostram bolsonaristas que foram em caravana até a capital para manifestar apoio a Bolsonaro sendo pagos para a ação.

Dentro de um ônibus, um homem de camiseta amarela distribui R$ 100 a cada um dos passageiros. Outra pessoa filma a ação e diz: “Olha isso cara, eu achei que era brincadeira. Uma camiseta para cada um, mais o ônibus e mais R$ 100 para alimentação. Deus abençoe!”.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do DF, 13 grupos foram cadastrados pelo Núcleo de Atividades Especiais (Nucae), da SSP/DF.

Ameaças

Em discurso na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, nesta terça-feira (7/9), o presidente Jair Bolsonaro fez uma série de ameaças ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à democracia.

“Não podemos continuar aceitando que uma pessoa específica da região dos Três Poderes continue barbarizando a nossa população. Não podemos aceitar mais prisões políticas no nosso Brasil”, disse Bolsonaro aos seus apoiadores em referência ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou nesta segunda (5/9) a prisão de apoiadores do presidente que publicaram ameaças ao tribunal e a seus membros.

“Ou o chefe desse Poder enquadra o seu ministro ou esse Poder pode sofrer aquilo que não queremos, porque nós valorizamos, reconhecemos e sabemos o valor de cada Poder da República”, completou Bolsonaro, conclamando o presidente do STF, Luiz Fux, a interferir nas decisões de Moraes algo que seria inconstitucional.

Em seguida, o mandatário chegou a afirmar que Alexandre de Moraes “perdeu as condições mínimas de continuar dentro daquele tribunal”. E ameaçou: “Não queremos ruptura, não queremos brigar com Poder algum, mas não podemos admitir que uma pessoa coloque em risco a nossa liberdade.”

Com informações de Luana Patriolino.

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