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setembro 16, 2021

© Fábio Rodrigues

Queiroga diz que intervalo da Pfizer deve mudar de 3 meses para 21 dias


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou nesta segunda-feira, 26 de julho, para a coluna da Monica Bergamo, na Folha de São Paulo, que existe uma grande probabilidade que o Ministério da Saúde anuncie a redução do intervalo da primeira para a segunda dose da Pfizer. 

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Ao invés de os brasileiros esperarem três meses pela segunda aplicação, os que foram ou ainda serão imunizados com a vacina receberão o reforço no intervalo de 21 dias.

O tempo é o previsto na bula da vacina da Pfizer, mas o Ministério da Saúde decidiu, no passado, ampliá-lo para três meses para conseguir imunizar mais rápido um maior número de pessoas com a primeira dose. “Naquele momento, não tínhamos certeza da quantidade de doses de Pfizer que receberíamos neste ano e optamos por ampliar o número de vacinados com a primeira dose. Mas agora temos segurança nas entregas e dependemos apenas da finalização do estudo da logística de distribuição interna dos imunizantes para bater o martelo sobre a redução do intervalo da Pfizer para 21 dias”, afirma o ministro. “As simulações de logística já estão sendo finalizadas”, segue.

Ou seja, mesmo mantido o cronograma de entregas da Pfizer, sem antecipação, será possível a redução, desde que confirmada a capacidade logística da distribuição das ampolas. “As coisas estão evoluindo nesse sentido de redução do intervalo”, reforça ele. “Em breve teremos a definição”.

Ele ressalta que a palavra final será dos técnicos e dos coordenadores do Programa Nacional de Vacinação (PNI), que estariam já em debate avançado sobre a possibilidade. De acordo com Queiroga, a Pfizer “é muito pontual na entrega das vacinas”, e até dezembro vai cumprir o contrato e disponibilizar mais 100 milhões de doses ao Brasil.

Já a vacina de Oxford/Astrazeneca deve seguir com intervalo de três meses, que é o previsto como ideal para o produto. “Ainda faltam estudos para comprovar que a redução desse intervalo poderia ser feita”, afirma o ministro Queiroga.

Informações  Folhapress.

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