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setembro 27, 2020

Foto: Reprodução/WhatsApp

Mulher trocou mensagens com a irmã dois dias antes de ser morta em briga com o ex: ‘Estava sempre alegre’


A governanta Adriane Santucci, de 49 anos, morta a facadas durante uma briga com o ex-companheiro em Alumínio (SP), encontrou a família dois dias antes do crime. As últimas mensagens trocadas entre ela e a irmã foram de agradecimento após um churrasco em família.

Em entrevista ao G1, Luciane conta que no dia 26 de julho, durante o almoço, parecia tudo bem. Segundo ela, a irmã sempre teve um semblante alegre e não demonstrou nenhuma comportamento diferente que levantasse suspeita.

“Ela era uma pessoa muito divertida. Nada abalava ela. Eu não me conformo com isso que aconteceu. Ela tinha muita saúde e disposição. Estava com 49 anos, mas não aparentava. Talvez fosse porque estava sempre alegre”, relata Luciane.

As duas irmãs trabalhavam juntas em uma chácara que fica no limite entre Sorocaba (SP) e Votorantim (SP). O ex-companheiro da vítima e principal suspeito do crime, Sérgio Paulo Marreira, de 45 anos, também trabalhava no local como jardineiro.

Pouco antes da tragédia, Luciane relata que alguns amigos haviam comentado que Adriana estava estranha. No entanto, quando ela tentou saber o que se passava, a irmã disse que estava feliz. Essa foi a última vez em que as duas se viram pessoalmente.

De acordo com Luciane, no dia em que soube que a irmã estava morta, Sérgio ligou para a manicure da vítima, que logo avisou Luciane. Depois disso, ela chamou a polícia e foi até o local.

Afastamento da família

Em entrevista ao G1, a sobrinha da vítima, Gisele Barbosa, de 34 anos, contou que notou um afastamento de Adriane com a família.

“Depois que ela começou a ter um relacionamento com ele, a gente ficou afastada. Ele podia estar controlando o celular dela, porque ela só visualizava as mensagens, nunca respondia. Minha tia foi na casa dela e ele não saía de perto”, relata Gisele.

O crime

Adriana foi morta a facadas no dia 28 de julho, na chácara onde morava, no Vale Grande, em Alumínio.

O principal suspeito do crime e ex-companheiro da vítima foi preso após ser rastreado por chamadas telefônicas com parentes no Paraná.

Segundo a polícia, durante o depoimento do suspeito não foi revelada a motivação do crime. Sérgio estava sob a orientação de um advogado e optou por permanecer calado.

A prisão temporária de 30 dias tem o prazo de término em 18 de setembro. Sérgio é indiciado por feminicídio. Por enquanto, ele permanecerá na cadeia pública de São Roque.

As informações são do G1.

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