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março 4, 2021

Foto: Reprodução/TV anhanguera

MP denuncia servente de pedreiro por morte de menino afogado em lama e pede soltura do padrasto


O Ministério Público denunciou o servente de pedreiro Hian Alves de Oliveira pelo homicídio qualificado do menino Danilo de Sousa, de 7 anos, afogado na lama, em Goiânia. A promotoria também pediu a soltura do padrasto da criança, Reginaldo Lima dos Santos, que chegou a ser preso suspeito do crime, mas foi inocentado pela polícia.

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A denúncia, feita pela promotora Renata de Oliveira Marinho e Sousa, aponta que o homicídio foi cometido por motivo torpe, de forma cruel devido à asfixia e mediante dissimulação. O crime aconteceu porque o pastor Fabiano Martins da Silva, com quem Hian morava, estava ajudando a família de Reginaldo, o que gerou ciúmes no servente de pedreiro, que morava próximo à família da vítima.

Durante as investigações, o denunciado confessou o crime. Ele segue preso. A defesa de Hian Alves disse que já tomou conhecimento da denúncia e vai aguardar a citação pela Justiça.

Ainda de acordo com a denúncia, Hian decidiu matar Danilo como forma de prejudicar Reginaldo, acreditando que ele seria apontado como autor por já ter passagem pela polícia.

O Ministério Público denunciou o servente de pedreiro Hian Alves de Oliveira pelo homicídio qualificado do menino Danilo de Sousa, de 7 anos, afogado na lama, em Goiânia. A promotoria também pediu a soltura do padrasto da criança, Reginaldo Lima dos Santos, que chegou a ser preso suspeito do crime, mas foi inocentado pela polícia.

A denúncia, feita pela promotora Renata de Oliveira Marinho e Sousa, aponta que o homicídio foi cometido por motivo torpe, de forma cruel devido à asfixia e mediante dissimulação. O crime aconteceu porque o pastor Fabiano Martins da Silva, com quem Hian morava, estava ajudando a família de Reginaldo, o que gerou ciúmes no servente de pedreiro, que morava próximo à família da vítima.

Durante as investigações, o denunciado confessou o crime. Ele segue preso. A defesa de Hian Alves disse que já tomou conhecimento da denúncia e vai aguardar a citação pela Justiça.

Ainda de acordo com a denúncia, Hian decidiu matar Danilo como forma de prejudicar Reginaldo, acreditando que ele seria apontado como autor por já ter passagem pela polícia.

A denúncia do MP aponta ainda que Hian chegou a se juntar a amigos e familiares do menino nas buscas. Depois que o corpo foi localizado, o denunciado apontou Reginaldo como suspeito. Entretanto, as provas mostraram que o padrasto da criança estava em outro local no momento do crime.

O advogado Gilles Gomes, que defende o denunciado, chegou a pedir que os autos voltassem à delegacia para que Hian fosse ouvido novamente, dessa vez na presença de advogados. No entanto, o Ministério Público entendeu que não era necessário, pois existiam outros elementos que provavam o envolvimento de Hian. Além disso, ele será ouvido em juízo nas próximas etapas do processo, com a presença de advogado e devidamente instruído.

O advogado José Patrício Júnior, responsável pela defesa de Reginaldo, disse que, após o parecer favorável do Ministério Público, aguarda a decisão da Justiça para a revogação da prisão. A expectativa é que o padrasto da criança seja solto ainda esta quarta-feira (12/08).

Porém, devido à grande repercussão do caso, Reginaldo deve se mudar. “Depois de tudo que aconteceu, as pessoas ainda estão acusando ele, então ele não tem condições nenhuma de voltar para casa, retomar a vida. Então, ele deve passar um tempo fora da cidade”, disse o advogado do Reginaldo, José Patrício Júnior.

Desaparecimento e morte

Danilo sumiu no último dia 21 de julho ao sair para ir à casa da avó. Seis dias depois, um corpo foi encontrado na região e, no dia seguinte, a Polícia Civil confirmou que se tratava da criança que estava desaparecida.

O padrasto da criança e Hian Alves foram presos no dia 31 de julho, pela suspeita de cometer o crime. Reginaldo sempre negou envolvimento no caso.

O delegado Rilmo Braga, titular da Delegacia de Investigação de Homicídios, explicou que o sentimento de Hian era de revolta com relação ao padrasto de Danilo e, por isso, ele tinha mentido aos investigadores. Inicialmente, o servente de pedreiro relatou que apenas tinha ajudado o padrasto de Danilo a segurar o menino e, para isso, receberia uma moto e um carro como pagamento. A versão, no entanto, foi desmentida pelo próprio Hian.

De acordo com Braga, o servente de pedreiro planejou a morte de Danilo por cinco dias, inclusive, observando toda a rotina da família e como faria para que a responsabilidade do crime recaísse sobre o padrasto.

“Ele sentia ciúmes do seu pai adotivo, o pastor, porque presenciou ajuda financeira para a família de Danilo. O pastor tinha costume de ajudar famílias, mas, nos últimos meses, ele acolhia mais a família do menino”, relatou o delegado.

As informações são do G1.

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