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dezembro 14, 2019

Foto: Divulgação/RioSaúde

Mini Liga da Justiça do Rocha Faria: bebês ‘viram’ super-heróis para conscientizar sobre prematuridade


Na luta pela vida, uma mini Liga da Justiça encheu de fofura a UTI neonatal do Hospital municipal Rocha Faria, em Campo Grande. Para comemorar o Novembro Roxo, mês de mobilização pela redução do nascimento de prematuros, bebês internados na unidade ganharam roupinhas de super-heróis dos quadrinhos e do cinema. As fantasias foram confeccionadas pela equipe de enfermagem do hospital. E deram mais cor e alegria aos primeiros dias das crianças, todas vindas ao mundo antes das 37 semanas de gestação.

A pequena Maria Júlia dos Santos, por exemplo, virou a Mulher-Maravilha. E os gêmeos Enzo e Lorenzo, foram, por algumas horas, o Batman e o Super-Homem.

Meus filhos nasceram de 36 semanas. Estão ótimos e ganhando peso para ir pra casa disse Ana Caroline Silva, mãe dos dois meninos. Ficamos muito emocionados com a ação, eu e o pai dele choramos aos vê-los vestidos de super-heróis contou ela, emocionada.

Durante todo o mês, o Rocha Faria realizou uma série de ações sobre o tema da prematuridade. Além das roupinhas para os pequenos, o andar da UTI neonatal foi decorado com bolas e exposição de fotos de bebês. Além disso, foi promovido um encontro multidisciplinar para debater o assunto. Iniciativas que, para Denise Carvalho, coordenadora de enfermagem da unidade, dão mais visibilidade e ampliam as discussões sobre a questão.

Essa ação também visa trazer alegria para os pais desses bebês que aguardam ansiosos pela alta médica. Trazer o lúdico para esses pais significa muito do ponto de vista emocional, como renovar a esperança e a alegria, tão necessárias nesse momento – ressaltou Denise.

Em todo o Brasil, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 10% dos bebês nascem antes do tempo. Entre as principais causas da prematuridade estão a falta do pré-natal, a infecção urinária materna, o tabagismo, a hipertensão e a diabetes gestacional.

Outras duas causas mais comuns da prematuridade, hoje, são a baixa idade materna (gravidez na adolescência) e doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis explicou a pediatra Angélica Svaiter, coordenadora da UTI neonatal do Rocha Faria.

As informações são do Extra.

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