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outubro 30, 2020

© Reprodução

Maranhense suspeito de matar mulher e bebê de 4 meses é morto por milicianos no Rio de Janeiro


Um homem identificado como Luís Fernando Guimarães Barbosa, de 21 anos, acusado de assassinar a dona de casa Marileide da Silva Nascimento, de 24 anos, e seu filho Bryan Lucas Júnior, de 4 meses, na última sexta-feira (07/02), foi morto a pauladas na zona oeste do Rio de Janeiro, na segunda-feira (10/02).

O duplo homicídio aconteceu na última sexta-feira (07/02), na comunidade Gardênia Azul. De acordo com o site Extra, moradores da região afirmam que Luís Fernando foi executado a mando da milícia, que atua na comunidade, como punição pela morte da mãe e do bebê, que também eram maranhenses.

Duplo homicídio

Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marileide da Silva e Bryan Lucas foram assassinados por Luís Fernando com mais de 30 facadas, no fim da madrugada de sexta (07/02). Segundo as investigações, Luís Fernando foi até a casa das vítimas com a intenção de assassinar sua ex-companheira, a atendente de lanchonete Lucilene Pereira da Silva, de 22 anos. Mas, como a jovem não estava na residência, o ajudante de pedreiro acabou assassinando Marileide, que era prima de Lucilene, e o filho dela de apenas 4 meses de idade. Marileide e o filho Bryan moravam juntos com Lucielene Pereira.

Os corpos de Marileide e de seu filho Bryan Lucas serão transladados na terça-feira (11/02), de avião, para a cidade de Buriti Bravo. Ambos foram assassinados com mais de 30 facadas.

Ainda de acordo com as investigações, Luís Fernando e Lucilene tiveram um relacionamento de 8 meses, durante esse tempo, o ajudante de pedreiro agredia a companheira constantemente por causa de ciúmes. Por esse motivo, a atendente de lanchonete decidiu terminar o relacionamento com Luís Fernando. Revoltado, ele começou a ameaçar a ex-companheira.

Mãe e filhos foram mortos com cerca de 30 facadas.

De acordo com moradores, a milícia que atua na comunidade teria sido a responsável por autorizar a execução de Luís. Os autores jogaram o corpo do homem no Canal do Anil, segundo a Polícia Civil.

“Ele invadiu a casa de um casal que estava em São Paulo. Eles pegaram ele tomando banho. O Luís tentou correr mas foi pego por eles (os milicianos)”, disse uma moradora, que preferiu não se identificar.

Segundo a testemunha, o ajudante de pedreiro teria sido espancado na frente de várias pessoas até morrer. Após o crime, o corpo foi deixado no canal e os executores fugiram.

Segundo o delegado Jefferson Ferreira Nascimento, da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), “(Luís) foi morto por espancamento por populares não identificados”. Nascimento disse que o ajudante de pedreiro teve o corpo reconhecido por parentes.

Natural de Buriti Bravo, no Maranhão, o homem estava no Rio há quatro anos. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) do Centro.

As informações são do Central de Notícias.

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