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outubro 16, 2018

Presidente da Câmara, Jaqueline Brito e o ex-assessor jurídico da Casa Tony Farias

Denúncias do ex-assessor jurídico da Câmara de Buriti dos Lopes-PI atingem em cheio à presidente da Casa


As publicações ganharam repercussão não só no município, mas também em cidades vizinhas. O pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) também deverá entrar em pauta nos próximos dias.

A ‘metralhadora’ do advogado e ex-assessor jurídico da Câmara Municipal de Buriti dos Lopes, Antonio Defrisio Ramos Farias, não para e, voltou a ser disparada no último sábado dia 06. As revelações vêm causando alvoroço no meio administrativo e político buritiense. As publicações ganharam repercussão não só no município, mas também em cidades vizinhas. A imprensa estadual vem observando atentamente as denúncias e devem começar a noticiar os fatos nesta semana.

Depois de denunciar que teria sido demitido do cargo de assessor jurídico da Câmara por não aceitar pagar propina ao vereador Dedé (PTB) e que o pedido de sua exoneração teria partido do prefeito Júnior Percy (PP), e que o prefeito municipal seria o criador de um “mensalão” na Câmara Municipal, de modo a dar suporte ao sexto voto da maioria naquela Casa, acusando a atual presidente Jaqueline Brito (PDT) de ser a responsável pela cobrança da propina que deveria ser repassada ao vereador Dedé. O advogado fez novas revelações em sua página no Facebook.

Intitulada como o “Capítulo III”, na publicação, Tony Farias, como é conhecido, acusa a presidente da Câmara Jaqueline Brito de cometer crimes de fraudes em licitação. Segundo o advogado, a presidente manipulou a licitação para aquisição de um veículo modelo Toyota Hilux para uso daquela Casa. Ele acusa a presidente de beneficiar uma empresa ligada à sua pessoa.Ainda segundo Tony Farias, foram feitas denúncias pelas outras concorrentes junto ao Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), mais com astucia mandou maquiar o edital licitatório, bem como publicar novo edital, uma vez que sua empresa favorecida não pode participar do primeiro pregão por falta de documentação, sendo publicado um segundo pregão e efetivado seu intento pessoal.

EM TEMPO

As denúncias são gravíssimas já que atingem não só um vereador, mas também a chefe do legislativo municipal e o chefe do executivo municipal. Vereadores de oposição estão se articulando e devem acionar o Ministério Público Estadual (MPE) ainda nesta semana. O pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) também deverá entrar em pauta nos próximos dias.

Texto: Frank Cardoso (Portal Boca do Povo)

 

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