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setembro 21, 2018

© Reprodução

Durante brincadeira, criança mata amigo com tiro acidental


Uma brincadeira entre crianças terminou em morte, em Boa Viagem, 217 km de Fortaleza. Um dos menores, de 11 anos, foi atingido com um tiro acidental efetuado por uma arma de fogo. O disparo foi feito pelo amigo, filho do dono da arma.

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O pai da criança, proprietário do equipamento, estava na roça e escutou o barulho da arma. Assustado, correu para casa, mas a criança já estava morta. O tiro atingiu a região entre o pescoço e o ombro do menor. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal. 

O responsável foi detido horas depois. Ele estava ciente que as crianças estavam brincando e sabiam onde a arma estava. O homem não tinha porte de arma. 

Estatuto do Desarmamento
Com a implementação do ED, aproximadamente 160 mil vidas foram poupadas entre os anos de 2004 e 2012. Antes, o crescimento de óbitos era 7,2% ao ano. Porém, atualmente, o número de mortes voltou a crescer. 

Enquanto políticos debatem a liberação de armas para o brasileiro, o Atlas da Violência 2017 aponta para 60 mil mortes violentas no ano passado. Destas, 71,9% foram resultado da ação de arma de fogo.

Em Fortaleza, o número de homicídios somente no período de carnaval em Fortaleza, cresceu 110%, saltando de 10 óbitos para 21. No mesmo período o número de armas de fogo apreendidas na capital, subiu de 19 para 32. Durante o ano passado, 5.134 CVLs foram notificados pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). O número é recorde na história do Estado.

Especialistas apontam que a lei é uma política preventiva e não uma solução definitiva ao problema. Sociólogos apontam que outras ações, como investimento em educação, esporte, cultura e saúde, devem ser implementadas para que atentados, como o que aconteceu na Flórida, possam ser evitados. “É um discurso muito perigoso [facilitar o porte]. Essas saídas mirabolantes são preocupantes. Nós temos sensação de insegurança e buscamos segurança, mas não queremos saber de onde ela sai. Uma saída nada racional”, explicou o sociólogo do Laboratório de Estudos da Violência (LEV), César Barreira. Da redação, com informações do CNEWS.

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